Depois dos pendrives e cartões de memória, agora é a vez dos SSDs. Acrônimo de “Solid State Disks” (discos de estado sólido), SSD é um HD que utiliza chips de memória Flash no lugar de discos magnéticos. Por não possuir partes móveis, estes discos são mais resistentes a quedas e batidas, consomem menos eletricidade e o os ruídos são quase inexistentes, o substituto ideal para o HD que conhecemos hoje.

O termo SSD é aplicável a qualquer outro dispositivo de armazenamento que não possua partes móveis, em geral cartões de memória Flash e alguns pendrives. Tais dispositivos são considerados mais seguros pois não estão expostos a ações mecânicas que, como a física mostra, estão sujeitas a erros e falhas.

Além disso, estes discos possuem tempos de acesso muito baixos, melhorando, e muito, o desempenho ao executar diversos aplicativos e iniciar o computador (boot). Mesmo com uma taxa de transferência semelhante à de HDs mais modestos, a tecnologia dos SSDs está cogitada para a próxima geração de computadores.

Em contrapartida, o custo financeiro de um disco com chips de memória Flash é muito mais elevado que de um disco rígido mecânico. Em maio de 2007, um dos modelos mais acessíveis de SSD com 32GB custava em torno de US$ 475. Com o passar o tempo este preço tende a cair, mas o processo é gradual. Por enquanto, apenas notebooks ultraportáteis estão dispondo de tal tecnologia.

Futuramente, quando o preço da memória Flash for mais acessível, os SSDs estarão concorrendo com os HD por igual. Por enquanto, resta aguardar e usufruir da tecnologia nos cartões de memória.

Veja no vídeo abaixo alguns testes com um hd normal, e um ssd, dá para perceber a grande diferença de velocidade, e qualidade entre as duas tecnologias. vejam:

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